Uma manhã nublada. Acaba de cair a chuva, enquanto estamos deitados...
Seu abraço ainda me aquece, me fazendo sentir completa. O som da sua respiração me faz sentir arrepios prazerosos.
"Bom dia, lindona", ouço você dizer com aquela voz mole... Ah, que abracinho gostoso...
Me viro e olho nos seus olhos, "bom dia, gatão". Se eu pudesse congelar aquela imagem... Aqueles olhos brilhantes, aquela voz, aquele jeito que os seus cabelos ficavam quando você dormia com eles soltos, aquela ocasião perfeita, o brilho da sua pele, seu cheiro, seu gosto...
Enfim, acordo e tenho que passar o dia pensando no que passou. E me odiando por ter adorado te ter em meus braços, mesmo que num sonho.
"Sem mais".
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Divagação
Enquanto eu olhava a minha conta aqui no Google, percebi que ainda estava com essa foto em que eu tenho um nariz de palhaço, e algumas outras firulas.
O mais cômico é que, normalmente, eu tenho um pavor ABSURDO de palhaços! Imaginem o meu total pânico quando encontro um palhaço na minha frente... É horrível.
Mas o que me deixou pensando sobre foi justamente o fato de eu mesma ter colocado um nariz de palhaço em uma foto minha, sendo que esse pavor me atormenta desde sempre. Não me sinto mal quando olho pra foto, mas ao olhar um palhaço maquiado, caracterizado e atuando, eu me sinto completamente apavorada!
Estou aqui refletindo sobre a questão do medo, e como ele se manifesta nas pessoas. É algo tão complexo e ao mesmo tempo, dependendo da ocasião, simples de ser observado.
Pode ser originado por vários motivos. No meu caso, foi uma experiência traumatizante que me fez ter tal fobia. Mas isso não vem ao caso.
Como algo tão simples pode ter consequências tão grandes? O medo é algo que sempre me fez pensar.
Medo da morte, da vida, dos outros, de si mesmo, de altura, do oceano, da chuva, de aves, do fogo... São tantos os medos... E suas causas nem sempre são descobertas...
Mas chega de falar...
Beijotchau.
O mais cômico é que, normalmente, eu tenho um pavor ABSURDO de palhaços! Imaginem o meu total pânico quando encontro um palhaço na minha frente... É horrível.
Mas o que me deixou pensando sobre foi justamente o fato de eu mesma ter colocado um nariz de palhaço em uma foto minha, sendo que esse pavor me atormenta desde sempre. Não me sinto mal quando olho pra foto, mas ao olhar um palhaço maquiado, caracterizado e atuando, eu me sinto completamente apavorada!
Estou aqui refletindo sobre a questão do medo, e como ele se manifesta nas pessoas. É algo tão complexo e ao mesmo tempo, dependendo da ocasião, simples de ser observado.
Pode ser originado por vários motivos. No meu caso, foi uma experiência traumatizante que me fez ter tal fobia. Mas isso não vem ao caso.
Como algo tão simples pode ter consequências tão grandes? O medo é algo que sempre me fez pensar.
Medo da morte, da vida, dos outros, de si mesmo, de altura, do oceano, da chuva, de aves, do fogo... São tantos os medos... E suas causas nem sempre são descobertas...
Mas chega de falar...
Beijotchau.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
O Mistério das Cousas
Tempo, tempo, doce tempo...
Cada um lida com ele de acordo com sua vontade, mas é ele quem dita o modo que você deve seguir em frente, ou não.
Ele lhe apresenta pessoas, lhe mostra fases, momentos.. Mas também tem o poder de tirar tudo de você.
Mais uma vez nos colocamos no papel passivo da situação, mesmo que inconscientemente.
Como você (que lê esse emaranhado de palavras) se sente à respeito dessa reflexão?
Podemos, como meros mortais, aprender a arte da "domesticação do tempo", ou continuaremos vivendo como se isso não nos importasse? Agindo como se a vida dependesse apenas da vontade divina, ou apenas do nosso lindo Carpe Diem...?
Bom, é isso...
Cada um lida com ele de acordo com sua vontade, mas é ele quem dita o modo que você deve seguir em frente, ou não.
Ele lhe apresenta pessoas, lhe mostra fases, momentos.. Mas também tem o poder de tirar tudo de você.
Mais uma vez nos colocamos no papel passivo da situação, mesmo que inconscientemente.
Como você (que lê esse emaranhado de palavras) se sente à respeito dessa reflexão?
Podemos, como meros mortais, aprender a arte da "domesticação do tempo", ou continuaremos vivendo como se isso não nos importasse? Agindo como se a vida dependesse apenas da vontade divina, ou apenas do nosso lindo Carpe Diem...?
Bom, é isso...
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Inspirada? Eu? Magina...
Estava eu no facebook, e me dá vontade de escrever.
Postei uma reflexão que, sei lá, pode ser útil ou não. Mas foi algo sincero...
"Amar...
O que é o amor?
Quais são as formas certas de amar?
Por que esse "conjunto de reações distintas" podem ser tão polêmicos? Como eu posso amar alguém, numa maneira que não desobedeça a "moral e os bons costumes"? Será que a humanidade (e as pessoas em si) sabem amar? Julgar é fácil. Dar palpite, mais ainda. O duro é aceitar que o mundo gira, e você NADA pode fazer para que o contrário aconteça.
Você, por mais que possa doer, não é nada. Você nasce, cresce, morre e é esquecido.
É a grande jogada da vida."
Postei uma reflexão que, sei lá, pode ser útil ou não. Mas foi algo sincero...
"Amar...
O que é o amor?
Quais são as formas certas de amar?
Por que esse "conjunto de reações distintas" podem ser tão polêmicos? Como eu posso amar alguém, numa maneira que não desobedeça a "moral e os bons costumes"? Será que a humanidade (e as pessoas em si) sabem amar? Julgar é fácil. Dar palpite, mais ainda. O duro é aceitar que o mundo gira, e você NADA pode fazer para que o contrário aconteça.
Você, por mais que possa doer, não é nada. Você nasce, cresce, morre e é esquecido.
É a grande jogada da vida."
Enfim...
Até.
Ira
Tudo o que eu quero mesmo fazer agora é juntar forças para pisar em qualquer um que venha se aproximar de mim...
Por mais que eu ainda mostre certa inocência, não sou mais aquela Rafaela que deixou a asa dos pais e foi pro mundo.
Não é o que pediram? Então terão.
A Dama de Ferro que estava crescendo em mim vai aparecer, e mostrar que não se brinca comigo.
Tudo que vai volta. Ao interlocutor, deixo as interpretações e alguns dos xingamentos do post anterior. Mesmo que sem querer, eles me foram MUITO úteis!
Sem mais.
Por mais que eu ainda mostre certa inocência, não sou mais aquela Rafaela que deixou a asa dos pais e foi pro mundo.
Não é o que pediram? Então terão.
A Dama de Ferro que estava crescendo em mim vai aparecer, e mostrar que não se brinca comigo.
Tudo que vai volta. Ao interlocutor, deixo as interpretações e alguns dos xingamentos do post anterior. Mesmo que sem querer, eles me foram MUITO úteis!
Sem mais.
Xingamentos
.... BOBO!
Enfim... São alguns... Passei pra deixar esse blog sujo.
(hehehe, até parece.)
domingo, 19 de fevereiro de 2012
Uma música me fez pensar mais uma vez em você.
Cara, como você AINDA consegue me deixar mole? Eu, por mais que tente agir de forma natural, seguindo com a minha vida monótona e sem rumo, não consigo deixar de largar certos costumes!
Te amo, porém não devo. Já que não temos mais as chances de cruzarmos nossas caminhadas.
Sim, estou pessimista e acho isso reconfortante, pelo menos isso me faz dormir em paz. Mesmo que os dias passem, a saudade fica. Devo sentir tudo o que sinto e deixar passar, mas como eu posso deixar VOCÊ passar?
Me odeio e sinto pena de mim por estar assim. Deveria estar acostumada a sofrer por sua causa. Mas isso é uma Odisséia pela qual ainda estou passando. Assim como Odisseu, ainda não consegui terminar minha jornada, rumo à minha paz.
Cara, como você AINDA consegue me deixar mole? Eu, por mais que tente agir de forma natural, seguindo com a minha vida monótona e sem rumo, não consigo deixar de largar certos costumes!
Te amo, porém não devo. Já que não temos mais as chances de cruzarmos nossas caminhadas.
Sim, estou pessimista e acho isso reconfortante, pelo menos isso me faz dormir em paz. Mesmo que os dias passem, a saudade fica. Devo sentir tudo o que sinto e deixar passar, mas como eu posso deixar VOCÊ passar?
Me odeio e sinto pena de mim por estar assim. Deveria estar acostumada a sofrer por sua causa. Mas isso é uma Odisséia pela qual ainda estou passando. Assim como Odisseu, ainda não consegui terminar minha jornada, rumo à minha paz.
Apenas um grito
Como eu tenho facilidade para me irritar com as pessoas.
Esse ano eu tinha pessoas boas ao meu redor, mas a Týkhe os tirou de mim. Bom, não só a Týkhe, mas fazer o quê, né?
Ah, tô com um desânimo de escrever algo aqui. Sei que escrevo para mim. Somente eu tenho a "vontade" de reler as coisas que escrevo aqui. Sinto como se a grande maioria das minhas ações devessem ser ignoradas pela humanidade.
Ninguém precisa de mim, afinal...
Esse ano eu tinha pessoas boas ao meu redor, mas a Týkhe os tirou de mim. Bom, não só a Týkhe, mas fazer o quê, né?
Ah, tô com um desânimo de escrever algo aqui. Sei que escrevo para mim. Somente eu tenho a "vontade" de reler as coisas que escrevo aqui. Sinto como se a grande maioria das minhas ações devessem ser ignoradas pela humanidade.
Ninguém precisa de mim, afinal...
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Just a day
Acordo. Meu corpo implora por mais dez minutos de soneca. Passo uns dez minutos discutindo com a preguiça e, por fim, levanto. Banho, roupas, rua. O trânsito dessa caótica cidade me prende por, aproximadamente, uma hora e meia. Chego finalmente ao meu trabalho...
Sim, mais um dia presa nesse quarto branco onde vendo minha força de trabalho durante quase três anos da minha vida. Mais um dia cheio de chamadas "urgentes" e cheias de cordialidades de um patrão, conversas que mais parecem uma sessão de análise, onde eu sou a analista.
Almoço. Hoje e dia de feira e eu resolvo comer um belo pastel com Coca Cola. Minha mente vagueia por lembranças dele. Aqueles olhos castanhos, cabelos longos com fios avermelhados entre um mar de chocolate, aquele cheiro, aquela voz... O sol me faz sentir um desconforto estranho, mas sigo em frente, rumo ao fim do expediente. A rotina volta e repete-se várias vezes no mesmo dia...
Rua. Fim o expediente. Sinto uma vontade de comprar uma mochila nova. Compro. Chego ao ponto de ônibus e embarco na van que me levará à minha residência. Pego no sono e tenho devaneios sobre nós. Acordo no meio do trajeto com o coração apertado, mas volto ao cochilo - agora sem sonhos.
Casa. Sou abordada para ajudar na montagem de um condicionador de ar. Meu pai deixa uma peça cair sobre meu dedo e este começa a sangrar muito. Faço um curativo e termino minha missão. Jantar, quarto, cama... Aqui estou escrevendo, para qualquer um ler, ou para o vazio.
Espero ter mais uma noite sem sonhos. Pelo menos acordo sem sentimentos. Amanhecerei amanhã mais vazia que hoje. Assim a vida se segue.
É isso.
Sim, mais um dia presa nesse quarto branco onde vendo minha força de trabalho durante quase três anos da minha vida. Mais um dia cheio de chamadas "urgentes" e cheias de cordialidades de um patrão, conversas que mais parecem uma sessão de análise, onde eu sou a analista.
Almoço. Hoje e dia de feira e eu resolvo comer um belo pastel com Coca Cola. Minha mente vagueia por lembranças dele. Aqueles olhos castanhos, cabelos longos com fios avermelhados entre um mar de chocolate, aquele cheiro, aquela voz... O sol me faz sentir um desconforto estranho, mas sigo em frente, rumo ao fim do expediente. A rotina volta e repete-se várias vezes no mesmo dia...
Rua. Fim o expediente. Sinto uma vontade de comprar uma mochila nova. Compro. Chego ao ponto de ônibus e embarco na van que me levará à minha residência. Pego no sono e tenho devaneios sobre nós. Acordo no meio do trajeto com o coração apertado, mas volto ao cochilo - agora sem sonhos.
Casa. Sou abordada para ajudar na montagem de um condicionador de ar. Meu pai deixa uma peça cair sobre meu dedo e este começa a sangrar muito. Faço um curativo e termino minha missão. Jantar, quarto, cama... Aqui estou escrevendo, para qualquer um ler, ou para o vazio.
Espero ter mais uma noite sem sonhos. Pelo menos acordo sem sentimentos. Amanhecerei amanhã mais vazia que hoje. Assim a vida se segue.
É isso.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
I Remember You
Oie...
Esses dias, passeando pela estrada de tijolos amarelos do Youtube, fui vendo uns clipes que não via há tempo. Entre eles, um clipe do Skid Row - I Remember You, claro...
Cara... Como é chato ter tantas lembranças me rodeando!
Bom, é isso...
Esses dias, passeando pela estrada de tijolos amarelos do Youtube, fui vendo uns clipes que não via há tempo. Entre eles, um clipe do Skid Row - I Remember You, claro...
Cara... Como é chato ter tantas lembranças me rodeando!
Bom, é isso...
domingo, 12 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Me recuso a escrever um título aqui...
É... Voltei. E resolvi postar um poema que tem refletido um pouco do que eu sou hoje. É um dos vários poemas do Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa...
Sei que não tenho sido a pessoa que costuma escrever aqui. Aquela que demonstrava em palavras o que sente, ou que surgia simplesmente para dizer o quanto a vida lhe é generosa... Afinal, a vida não tem sido NADA generosa comigo.
Enfim... Vamos ao que interessa...
"Quando vier a Primavera,
Se eu já estiver morto,
As flores florirão da mesma maneira
E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada.
A realidade não precisa de mim.
Sinto uma alegria enorme
Sei que não tenho sido a pessoa que costuma escrever aqui. Aquela que demonstrava em palavras o que sente, ou que surgia simplesmente para dizer o quanto a vida lhe é generosa... Afinal, a vida não tem sido NADA generosa comigo.
Enfim... Vamos ao que interessa...
"Quando vier a Primavera,
Se eu já estiver morto,
As flores florirão da mesma maneira
E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada.
A realidade não precisa de mim.
Sinto uma alegria enorme
Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma.
Se soubesse que amanhã morria
E a Primavera era depois de amanhã,
Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.
Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?
Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;
E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.
Por isso, se morrer agora, morro contente,
Porque tudo é real e tudo está certo.
Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem.
Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.
Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências.
O que for, quando for, é que será o que é."
(Alberto Caeiro)
Se soubesse que amanhã morria
E a Primavera era depois de amanhã,
Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.
Se esse é o seu tempo, quando havia ela de vir senão no seu tempo?
Gosto que tudo seja real e que tudo esteja certo;
E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse.
Por isso, se morrer agora, morro contente,
Porque tudo é real e tudo está certo.
Podem rezar latim sobre o meu caixão, se quiserem.
Se quiserem, podem dançar e cantar à roda dele.
Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências.
O que for, quando for, é que será o que é."
(Alberto Caeiro)
Vou-me...
Devaneios enlouquecidos (eu acho)
Tudo na vida vem e se vai lhe deixando cicatrizes. Estas podem ser superficiais, ou deixar feridas eternas...
A vida é sempre uma caixa de surpresas, não?
Pensamos que sempre podemos tomar as rédeas e decidir que as coisas que nos acontecem devem acontecer no nosso tempo, para saciar nossas vontades imediatas e egoístas. Mas quando vemos que nossas vidas não dependem apenas do nosso "querer fazer" e, assim como muitas coisas, exigem um determinado tempo para que se concretize, vemos o quão complexo é o "estar vivo".
Num mundo onde uma palavra pode ser uma arma fatal e um simples olhar pode ser uma sentença, temos que tomar muito cuidado com a forma que vemos as pessoas e, principalmente, como nos vemos.
Como é complexo o processo de amadurecimento do ser humano. Temos que agir de formas padronizadas, assumir certos compromissos e, entre muitas coisas, temos que abrir mão de uma grande parte da nossa inocência. Afinal, o mundo adulto é um campo de guerra, não?
(Ai ai... Escrever é algo que tem me sido muito difícil. mas mesmo assim eu entrei aqui hoje e quis me deixar levar pelas musas, que deixam minha imaginação fluir e comandam meu corpo... Sei que aqui eu apresento um raciocínio desconexo, cheio de "questiones" que não serão solucionadas apenas ao ler esse texto, ou numa possível reflexão pós-leitura... Enfim..)
Sem mais delongas, não?
Beijos
A vida é sempre uma caixa de surpresas, não?
Pensamos que sempre podemos tomar as rédeas e decidir que as coisas que nos acontecem devem acontecer no nosso tempo, para saciar nossas vontades imediatas e egoístas. Mas quando vemos que nossas vidas não dependem apenas do nosso "querer fazer" e, assim como muitas coisas, exigem um determinado tempo para que se concretize, vemos o quão complexo é o "estar vivo".
Num mundo onde uma palavra pode ser uma arma fatal e um simples olhar pode ser uma sentença, temos que tomar muito cuidado com a forma que vemos as pessoas e, principalmente, como nos vemos.
Como é complexo o processo de amadurecimento do ser humano. Temos que agir de formas padronizadas, assumir certos compromissos e, entre muitas coisas, temos que abrir mão de uma grande parte da nossa inocência. Afinal, o mundo adulto é um campo de guerra, não?
(Ai ai... Escrever é algo que tem me sido muito difícil. mas mesmo assim eu entrei aqui hoje e quis me deixar levar pelas musas, que deixam minha imaginação fluir e comandam meu corpo... Sei que aqui eu apresento um raciocínio desconexo, cheio de "questiones" que não serão solucionadas apenas ao ler esse texto, ou numa possível reflexão pós-leitura... Enfim..)
Sem mais delongas, não?
Beijos
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